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Perdi meu Blogeer das borboletas.
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segunda-feira, 4 de maio de 2026
segunda-feira, 7 de março de 2016
Borboletário da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte.
Borboletário da FZ-BH, um passeio, não só divertido, mas também instrutivo, para adultos e crianças
Borboletário da FZ-BH Foto:divulgação
Um dos principais espaços de visitação da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (FZ-BH), o Borboletário, foi reaberto ao público, após passar por ampla reforma, com sua total remodelação. O local agora oferece aos visitantes mais espaço e conforto para conhecer o ciclo de vida das borboletas e mariposas, descobrir algumas características e curiosidades das espécies e interagir com centenas de borboletas presentes no viveiro de exposição.
Borboletário da FZ-BH Foto:divulgação
O espaço do laboratório foi aumentado, assim como o viveiro de exposição, que passou de 100 para 250 metros quadrados. Foram construídos novos banheiros e uma cascata e um lago, que proporcionam diferentes microclimas (temperatura e umidade) e mais bem-estar para os animais, além de aprimorar o circuito de visitação, inclusive com a adaptação de uma rampa de acessibilidade.
A preparação do espaço para receber as borboletas e mariposas foi feita com todo cuidado e critério. Foram utilizadas mudas de “plantas-alimento” e plantas ornamentais atrativas para as espécies, como camará, sálvia-de-jardim, camarão-azul, falsa-érica, titônia, zínia, miosótis e penta, entre outras, contemplando a alimentação das borboletas e mariposas em todas as fases de desenvolvimento. Também foram plantadas mudas que compõem um bosque para o repouso dos animais, como embaúba, aldrago, manacá e pariparoba.
O projeto de plantio da mudas, idealizado pela bióloga da Fundação de Parques Municipais, Margareth Ávila, considerou as características do local para estabelecer a harmonização dos jardins internos e externos de modo a criar um ambiente totalmente adaptado às necessidades dos animais e à estética do entorno. As borboletas executam suas danças de acasalamento ou voam pelo local em busca das plantas atrativas e ornamentais. Estas, com suas flores e folhas, oferecem a elas alimento, local para a postura de ovos e repouso. Enquanto isso, o público pode se encantar com a proximidade dos animais em um ambiente com elementos naturais.
Borboletário da FZ-BH Foto:divulgação
Espécies
Antes da reforma, o Borboletário mantinha, em média, mil indivíduos de dez espécies de borboletas que ocorrem naturalmente na região de Belo Horizonte, como Battus polydamas, Anteos menippe, Dryas iulia, Hamadryas februa, Ascia monuste, Dannaus erippus, Morpho helenor e Heraclides thoas. Com o novo viveiro, a expectativa é que haja um aumento do número de espécies e da quantidade de borboletas e mariposas, podendo chegar a cerca de dois mil indivíduos.
De acordo com a bióloga responsável pelo Borboletário, Regina Celi Antunes Nobi, o fato de essas espécies conseguirem completar todo o ciclo de vida dentro do Borboletário é o principal critério para a sua escolha e reprodução na FZB-BH. “Temos autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) para coletar matrizes nas áreas verdes da FZB, dentro do grupo que definimos inicialmente, para permitir o melhoramento genético”, explica.
Educação ambiental
O Borboletário da FZB-BH também é um local importante para o desenvolvimento de atividades de conscientização ambiental. De acordo com a bióloga do Serviço de Educação Ambiental da FZB-BH, Gislaine Xavier, o Borboletário é um excelente espaço para trabalhar esse aspecto, porque possibilita aos visitantes não só contemplar as borboletas, mas conhecer os processos de interação desses animais com as plantas. “É possível discutir com o público o papel e a importância desses seres vivos no equilíbrio dos ecossistemas”, afirma.
Borboletário da FZ-BH
Horário de funcionamento: aberto ao público para visita livre de terça a domingo e nos feriados, das 9h às 12h e das 13h30 às 16h30.
Agendamento de visita: a visitação de grupos organizados, como escolas, por exemplo, ocorre às terças e sextas-feiras em dois turnos, das 9h às 11h e das 14h às 16h. O agendamento deve ser feito por meio do site da Prefeitura
Informações: Telefone – 31 3277-7191
Postado Por :Eliza Peixotoem : 7 De Março De 2016
http://www.santaterezatem.com.br/index.php/2016/03/07/borboletario-da-fz-bh/
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Prefeitura de São José dos Campos inaugura do Borboletário Municipal no Parque da Cidade Roberto Burle Marx | Jornal Joseense News
Prefeitura de São José dos Campos inaugura do Borboletário Municipal no Parque da Cidade Roberto Burle Marx
A Prefeitura de São José dos Campos inaugura na quinta-feira (27), às 10h30, as instalações do futuro Borboletário Municipal, no Parque da Cidade Roberto Burle Marx, ao lado do estacionamento da Secretaria de Meio Ambiente.
O Borboletário é um viveiro para criação e exposição de borboletas para atividades de pesquisa, lazer e, especialmente, educação ambiental. Por meio de visitas monitoradas, a população poderá conhecer todas as fases da vida das borboletas, desde a postura dos ovos, o nascimento das lagartas, sua transformação em pupa/crisálida até a eclosão com o surgimento da borboleta.
O Borboletário “Asas de Vidro” (referência às diversas espécies de borboletas com asas transparentes que ocorrem no Parque da Cidade) tem um viveiro de 190 metros quadrados, sala de apresentação, berçário e um amplo jardim externo para atrair as borboletas livres. Os jardins, interno e externo, foram cuidadosamente projetados com plantas que servem de alimento para as borboletas e outras onde elas depositam seus ovos, chamadas de plantas alimento e plantas hospedeiras. Parte das borboletas criadas em laboratório serão soltas para repovoar o Parque.
Visitação
A previsão para abertura do borboletário à visitação é fevereiro de 2013. Com a conclusão da obra, será expedida a licença de manejo pelo IBAMA, após vistoria, o que possibilitará o início da criação das borboletas e sua ambientação ao espaço do borboletário. O atendimento ao público será gratuito.
Foto: Charles de Moura/PMSJC
Prefeitura de São José dos Campos inaugura do Borboletário Municipal no Parque da Cidade Roberto Burle Marx | Jornal Joseense News
quinta-feira, 3 de maio de 2012
BORBOLETÁRIO NA AMAZÔNIA
Museu da Amazônia inaugura borboletário no Jardim Botânico de Manaus, em 2013
O borboletário será instalado numa área de clareira do Jardim Botânico de Manaus e utilizará os troncos e liquens para o paisagismo natural
Existem mais de 500 espécies de borboleta na Reserva Ducke (Divulgação)
O Museu da Amazônia (Musa) deve inaugurar um borboletário em 2013. Estima-se que existam cerca de 500 espécies de borboletas na Reserva Ducke, das quais 100 oferecem viabilidade para serem utilizadas no projeto, segundo pesquisadores que atuam nessa fase de implantação.
O borboletário será instalado numa área de clareira do Jardim Botânico de Manaus e utilizará os troncos e liquens ali existentes para proporcionar um paisagismo natural, de modo a permitir a imersão do visitante no ambiente dos animais, sem causar estresse.
Ao todo, serão 500m² de ambiente telado, com uma área de 100m² para o início da criação dos ovos (de onde eclodirão as lagartas e borboletas) e um horto para cultivo das plantas que serão usadas pelos animais, como alimento.
No borboletário, o visitante vai poder acompanhar todo o ciclo de vida das borboletas, desde o estágio dos ovos, de onde eclodem as larvas para virarem lagartas, até formarem as pupas (crisálidas) que se transformarão em borboletas (imagos).
quinta-feira, 10 de março de 2011
BORBOLETÁRIO
O Google me mandou o seguinte alerta:
Borboletário - UniverCidade
O Borboletário é um espaço no qual os alunos, após um período de capacitação, ministram palestras e recebem visitas de turmas de alunos das diversas ...www.univercidade.br/uc/cursos/graduacao/.../borboletario.asp
O Borboletário é um espaço no qual os alunos, após um período de capacitação, ministram palestras e recebem visitas de turmas de alunos das diversas ...www.univercidade.br/uc/cursos/graduacao/.../borboletario.asp
Vamos ver as noticias fresquinhas ???
Alunos e Professores do Curso de Licenciatura em Ciências – Habilitação em Biologia e Bacharelado em Ciências Biológicas – Ênfase em Biologia Ambiental vêm fazendo um inventário das espécies animais e vegetais existentes na área da UniverCidade, na Unidade Recreio, dentro do Projeto Nossa Flora Nossa Fauna.
Foram coletados e identificados dois machos da borboleta Parides Ascanius, espécie ameaçada de extinção. Os espécimes, após a identificação, foram libertados.
Este foi o fator determinante na construção da proposta de criação de um espaço que objetivasse não só a preservação desta espécie, como também integrasse as áreas de Pesquisa, de Ação Comunitária e de Educação Ambiental, dentro dos cursos.
O Borboletário é um espaço no qual os alunos, após um período de capacitação, ministram palestras e recebem visitas de turmas de alunos das diversas unidades do Colégio Cidade, de escolas públicas, escolas particulares, clubes, associações etc. As mudanças da sociedade causadas pelo desenvolvimento industrial e agrícola, o aumento da urbanização e da sociedade de consumo resultam em uma onda de mudança social em nações desenvolvidas e em muitas nações em desenvolvimento. Os efeitos das transformações em sistemas urbano-industriais no meio ambiente e na sociedade vêm sendo assunto de vários relatórios mundiais, tais como: The Limits to Growth (Meadows et al.1956), The World Conservation Strategy (IUCN / UNEP / W W F, 1980), o Relatório Brundtland, Our Common Future ( World Commision on Environment and Development, 1987), e Caring for the Earth ( IUCN / UNP / W W , 1991).
Esses e outros relatórios enfatizam a necessidade de conservação para sobrevivência e um apelo por maior conscientização sobre o meio ambiente e por parte de todos os povos. A Educação Ambiental contínua, ao longo de toda vida, é essencial para esse processo de mudança social.
A preocupação com a conservação para sobrevivência motivou um grupo de professores e alunos do curso de Biologia Ambiental da UniverCidade, situada em uma área de aproximadamente 500.000m² de Mata Atlântica, em Vargem Grande - Rio de Janeiro. Nessa Unidade funciona o Colégio de Aplicação da UniverCidade, que atende uma clientela de alunos desde o 1° segmento do Ensino Fundamental até o Ensino Médio.
O objetivo geral do projeto é o de sensibilizar os alunos dos diversos segmentos e as comunidades de Vargem Grande, Vargem Pequena, Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca, sobre a importância da conservação para sobrevivência dos ecossistemas existentes nessa região, tais como: restinga; mangue e mata atlântica a partir da auto-ecologia das borboletas, que são animais sensíveis às mudanças do meio.
Tendo em vista que a clientela da UniverCidade reside na região, espera-se que os alunos se tornem multiplicadores do projeto junto à sua comunidade (condomínio, escola, igreja, clube etc.)
As borboletas são insetos que atraem a atenção das pessoas por sua beleza, ampla variedade de formas, tamanhos, cores e considerados por muitos como símbolo de renovação e transformação. Outro fator importante é o ciclo de vida do animal que é curto, permitindo acumulação rápida de informações taxonômicas, ecológicas (bioindicadores) e evolutivas.
Espera-se que o Borboletário da Cidade se transforme num espaço de aprendizado a ser utilizado por escolas, clubes, associações, pesquisadores etc. O uso de áreas locais em cidades grandes, médias, e pequenas promove o sentimento de território próprio na medida em que este trabalho de campo tenha relevância direta para o meio ambiente no qual vivem (Hale, 1986).
A área de abrangência do projeto consiste em uma das regiões que mais crescem, tanto em nível de urbanização como no setor de negócios (empreendimentos). Essas atividades são extremamente importantes para a região, mas requerem projetos que contenham medidas mitigadoras com relação ao meio ambiente.
Os futuros empreendedores, fiscalizadores e trabalhadores, hoje, encontram-se nos bancos das escolas, nas praias e nos clubes da região. Essas crianças e jovens necessitam de uma formação que procure desenvolver em cada um o sentimento de harmonia entre o empreendedorismo e a qualidade de vida, independente do papel que desempenhará no futuro.
Abraços.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Borboletário terá monitorias abertas ao público
Borboletário Tropical Conservacionista Laerte Brittes de Oliveira
- Inaugurado em 2005, o espaço se trata do primeiro borboletário da região metropolitana de São Paulo. O objetivo do borboletário é a preservação de espécies típicas da Mata das espécies Atlântica.
No interior do borboletário existem cerca de trinta espécies de plantas que servem para o depósito de ovos, abrigo e também de alimento para as borboletas.
A partir desta terça-feira, as visitas ao Jardim Botânico de Diadema passam ser monitoradas. O passeio para grupos de no máximo 30 pessoas inclui no roteiro o Borboletário Tropical Conservacionista, trilhas em meio à mata nativa, lago com carpas e tartarugas e Centro de Referência Ambiental de Diadema. Até o final do mês de janeiro as visitas serão de terça a sexta, às 10h e 14h. Não é necessário agendar e recomenda-se chegar cerca de 10 minutos antes da monitoria.
O Jardim Botânico possui uma área de vegetação em estágio inicial de regeneração e trechos de mata nativa. O local também possui um viveiro para o cultivo de cerca de 200 espécies de plantas para paisagismo. O local é utilizado nas atividades de educação ambiental para escolas do município e região. Maiores informações podem ser obtidas pelos telefones: 4059-7600 ou 4059-7614.
Borboletas geram renda de até R$ 350
Além da beleza, as espécies do Borboletário de Diadema podem começar a gerar renda para famílias da cidade. A ideia é baseada em projeto social criado em Mato Grosso, que vem tendo sucesso no Estado e beneficia 25 famílias responsáveis por cuidar dos ovos coletados no Borboletário local até que se transformem em lagartas e crisálidas.
No fim deste mês, equipe do Borboletário Tropical Conservacionista Laerte Brittes de Oliveira, que fica dentro no Jardim Botânico no Jardim Inamar, em Diadema, irá até Mato Grosso para visitar o Sesc Pantanal, instituição que fornece as espécies para a cidade. Além de adquirir 50 pupas (estado em que a lagarta hiberna para se transformar em borboleta, também conhecido como crisálida) de duas espécies diferentes das que são criadas hoje, o grupo vai conhecer a parceria mantida com a Associação de Criadores de Borboletas de Poconé (ACBP), cidade a 102 km de Cuiabá
No fim deste mês, equipe do Borboletário Tropical Conservacionista Laerte Brittes de Oliveira, que fica dentro no Jardim Botânico no Jardim Inamar, em Diadema, irá até Mato Grosso para visitar o Sesc Pantanal, instituição que fornece as espécies para a cidade. Além de adquirir 50 pupas (estado em que a lagarta hiberna para se transformar em borboleta, também conhecido como crisálida) de duas espécies diferentes das que são criadas hoje, o grupo vai conhecer a parceria mantida com a Associação de Criadores de Borboletas de Poconé (ACBP), cidade a 102 km de Cuiabá
De acordo com a presidente da associação, Leonita Mendes, a renda obtida com o trabalho é quase tão satisfatória quanto o prazer de ajudar o meio ambiente. “Recebo R$ 350 por mês só com as borboletas.
Já soltei quase 5 mil delas no Pantanal e fico muito feliz de vê-las de volta a meu jardim”, comentou.
“As famílias cadastradas passaram por intenso treinamento, dado pela equipe do Sesc. Pagamos por crisálida que vira borboleta, e são elas hoje quem fazem todo o manejo”, informou José Alberto Guimarães, da Assessoria Técnica de Planejamento do Sesc Pantanal, ao afirmar que esse processo dura entre 60 e 90 dias.
Atualmente, o Borboletário de Diadema tem autorização para criar seis tipos de borboleta: a Dryas iulia, a Heliconius erato, a Parides oscanius; a Heraclides thoas, a Caligo ellioneus e a Asciabuniae. Hoje o espaço abriga cerca de 500 espécimes da Asciabuniae e apenas uma da Caligo, comumente conhecida como Olho de Coruja. “Vamos buscar espécies mais coloridas, como a Dryas e a Heliconius, pois hoje todas que estão aqui são brancas”, informou a Luzia. “Como o ciclo de desenvolvimento dura cerca de 60 dias, no auge do verão já estarão por aqui, dando seu show”, completou a diretora.
Já soltei quase 5 mil delas no Pantanal e fico muito feliz de vê-las de volta a meu jardim”, comentou.
“As famílias cadastradas passaram por intenso treinamento, dado pela equipe do Sesc. Pagamos por crisálida que vira borboleta, e são elas hoje quem fazem todo o manejo”, informou José Alberto Guimarães, da Assessoria Técnica de Planejamento do Sesc Pantanal, ao afirmar que esse processo dura entre 60 e 90 dias.
Atualmente, o Borboletário de Diadema tem autorização para criar seis tipos de borboleta: a Dryas iulia, a Heliconius erato, a Parides oscanius; a Heraclides thoas, a Caligo ellioneus e a Asciabuniae. Hoje o espaço abriga cerca de 500 espécimes da Asciabuniae e apenas uma da Caligo, comumente conhecida como Olho de Coruja. “Vamos buscar espécies mais coloridas, como a Dryas e a Heliconius, pois hoje todas que estão aqui são brancas”, informou a Luzia. “Como o ciclo de desenvolvimento dura cerca de 60 dias, no auge do verão já estarão por aqui, dando seu show”, completou a diretora.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
FINALMENTE DEFINIDA A PALAVRA "BORBOLETÁRIO"...
__Abraços, boa leitura e otimo final de semana.
Descrição:
Um borboletário é um tipo de zoológico feito especialmente para a criação e exibição de borboletas. Os borboletários costumam ser abertos ao público, consistindo numa estrutura semelhante a uma estufa, diferenciando-se dessa por ser envolta por telas, geralmente dispondo de portas duplas para garantir a permanência das borboletas ali dentro. Os passeios podem ser guiados ou não. Os passeios guiados duram no mínimo 15 minutos. Também pode-se mostrar os ovos, lagartas, pupas, assim como fazer a identificação das plantas favoritas de cada espécie. As borboletas costumam ser mais ativas nos dias mais quentes, ensolarados e de pouco vento, pois é necessário o calor do sol para auxiliar a digestão. Em dias de chuva, as borboletas se escondem em folhas e flores.
Frequentemente, há várias espécies convivendo nos borboletários, inclusive borboletas de regiões diferentes do planeta. As cores chamativas e os padrões no desenho das asas deram às borboletas o apelido de "flores que voam".
As borboletas são atraídas por perfumes florais leves e roupas claras ou em cores vivas, mas não se deve tocá-las: as escamas de suas asas são muito frágeis. Borboletas na fase adulta costumam viver apenas de uma a duas semanas, em média, devendo nesse período reproduzir-se. Entretanto, algumas espécies como a borboleta-monarca podem viver até seis meses na natureza.
Fonte
Descrição acima do artigo do Wikipédia Borboletário, licenciado sob CC-BY-SA, lista de todos os contribuidores aqui. As páginas de comunidade não estão associadas, tampouco endossadas por, qualquer pessoa associada ao tópico.
Segue foto do Borboletário da FUNDAÇÃO ZOO-BOTÂNICA de Belo Horizonte.
Segue foto do Borboletário da FUNDAÇÃO ZOO-BOTÂNICA de Belo Horizonte.
**Borboletário de BH é o primeiro da América do Sul aberto à visitação pública
O Borboletário da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (FZB-BH), existente desde 1996, é o primeiro da América do Sul aberto à visitação pública. É um recinto da Zoo-Botânica de BH onde o visitante tem oportunidade de estar junto com mais de mil animais de cerca de 20 espécies diferentes.
O Borboletário é composto pelo auditório, onde o visitante assiste um vídeo sobre o mundo das borboletas e mariposas e se interage com o animal através de painéis educativos e informativos, viveiro de exposição (onde também são coletados ovos), laboratório de lagartas (local para se desenvolverem) e horto (produção de plantas para alimentos para as lagartas).
Atualmente, o Borboletário recebe apoio de empresas que adotam o local e demonstram um grande exemplo ao investir na manutenção e aperfeiçoamento de um equipamento público, com sinalização específica e material didático. A ampliação é uma continuidade do projeto "Cores que Voam", premiado em 2002 pelo "Prêmio Minas Ecologia".
O Borboletário é composto pelo auditório, onde o visitante assiste um vídeo sobre o mundo das borboletas e mariposas e se interage com o animal através de painéis educativos e informativos, viveiro de exposição (onde também são coletados ovos), laboratório de lagartas (local para se desenvolverem) e horto (produção de plantas para alimentos para as lagartas).
Atualmente, o Borboletário recebe apoio de empresas que adotam o local e demonstram um grande exemplo ao investir na manutenção e aperfeiçoamento de um equipamento público, com sinalização específica e material didático. A ampliação é uma continuidade do projeto "Cores que Voam", premiado em 2002 pelo "Prêmio Minas Ecologia".
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.Nosso Borboletário.: http://www.lea.esalq.usp.br/borboletas/
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Alunos visitam Borboletário do Centro de Educação Ambiental Pacheco Borba
Em 21 de outubro de 2010 | |
Os alunos do 1º ano a 4ª série da Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental José Benedito Pinto Antunes visitaram do dia 09 ao dia 13 deste mês o borboletário no Centro de Educação Ambiental Pacheco Borba. A visita completou os estudos realizados junto com o material pedagógico usado em sala de aula, além de integrar o projeto de incentivo a preservação ao Meio Ambiente que é desenvolvido durante o ano. |
Alimentador de Beija flor para borboletas
Os educandos tiveram a oportunidade de conhecer o borboletário e o formigário, além de realizar uma caminhada pela trilha. A visita permitiu aos estudantes um contato diferente com a natureza, a percepção de seu funcionamento e a sua diversidade.
Levar o aluno a compreender a natureza como um todo dinâmico em que o ser humano é parte integrante e agente transformador, despertar o sentimento de amor e admiração pelos elementos da natureza, demostrando respeito ao ambiente e a necessidade de preservá-lo e tornar aprendizagem mais prazerosa pela experimentação são os objetivos alcançados pela escola. O passeio foi benéfico ao complementar, na prática, assuntos como o cuidado com o meio ambiente e qualidade de vida, proteção e cuidados com as plantas e animais, a criação de animais e importância deles para o ecossistema.
Levar o aluno a compreender a natureza como um todo dinâmico em que o ser humano é parte integrante e agente transformador, despertar o sentimento de amor e admiração pelos elementos da natureza, demostrando respeito ao ambiente e a necessidade de preservá-lo e tornar aprendizagem mais prazerosa pela experimentação são os objetivos alcançados pela escola. O passeio foi benéfico ao complementar, na prática, assuntos como o cuidado com o meio ambiente e qualidade de vida, proteção e cuidados com as plantas e animais, a criação de animais e importância deles para o ecossistema.
Postura de borboleta
A diretora da escola, Profª Marília Ap. C. de Oliveira Annicchino, Vice-Diretora Profª Jaqueline C. Sachs, Coordenadora Pedagógica Cristiane O. P. Rodrigues e os demais professores dessa Unidade Escolar parabenizam e agradecem os monitores pelo trabalho realizado com os alunos, onde os mesmos, além de enriquecerem o conhecimento se divertiram muito.
“É importante ressaltar que essa é mais uma ação que conscientiza os alunos a cuidar melhor do nosso planeta e consequentemente termos uma melhor qualidade de vida” afirmou a diretora da Escola.
“É importante ressaltar que essa é mais uma ação que conscientiza os alunos a cuidar melhor do nosso planeta e consequentemente termos uma melhor qualidade de vida” afirmou a diretora da Escola.
Auveiro artificial
Segue um pouquinho de propaganda de um lugar lindo onde ajudei a implantar o Borboletário.
Abraços e felicidades ao pessoal da Fazenda Santo Antônio, em Capivari.
Temos o que você precisa para ser bem recebido!
Nossa infra-estrutura foi planejada para atender diversos eventos: temos programas específicos para excursões escolares, chalés que acomodam famílias que desejam passar dias diferentes, piscina e espaço para festas da Melhor Idade e espaço amplo para eventos corporativos, isto sem falar no restaurante, que serve a deliciosa comida da Fazenda todos os dias. Venha nos conhecer!
Nossa história
A Fazenda Santo Antônio, situada em Capivari, a 142 quilômetros de Capital de São Paulo, nasceu por volta de 1870, das mãos experientes de Antônio Dias Pacheco, que ali instalou plantações de café e cana e um pequeno engenho, onde fabricava açúcar, melado, aguardante e rapadura. A herança de amor à terra e respeito á natureza foi cuidadosamente preservada pelas gerações seguintes, principalmente por sua neta Maria Apparecida Pacheco Borba que, desde 1946, vem administrando a propriedade.
A Fazenda Santo Antônio tornou-se uma referência na região, como um eficiente centro de cultivo de cana-de-açúcar e de produção pecuária.
Aproveitando os ricos recursos naturais exitentes na Fazenda, foi criado o Centro de Educação Ambiental Pacheco Borba (CEA), que oferece aos seus visitantes uma oportunidade única de aprender mais sobre a importância de se conservar o ambiente e , ao mesmo tempo, conhecer como se desenvolvem os modernos processos de produção agropecuária.
Aqui você poderá reencontrar suas origens, entrar em contato direto com a natureza, vivendo momentos inesquecíveis e altamente gratificantes.
http://www.jcrnet.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=6648&Itemid=74 Matéria
http://www.jcrnet.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=6648&Itemid=74 Matéria
http://www.ceasantoantonio.com.br/index.html Borboletário
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