terça-feira, 4 de abril de 2017

Dryas iulia



Dryas iulia é uma borboleta neotropical da família Nymphalidae e subfamília Heliconiinae, nativa do sul dos Estados Unidos até o norte do Uruguai e Argentina. É a única espécie do seu gênero.




Dryas iulia (erroneamente denominada Dryas julia, com "j", e conhecida popularmente por Julia.



Indivíduos desta espécie possuem as asas longas e estreitas e são de coloração laranja ou amarelo escuro, vistos por cima, com uma faixa amarronzada, mais ou menos pronunciada, cruzando a parte superior das asas anteriores e outra bem menor, formando um triângulo agudo, logo acima. Apresentam leve dimorfismo sexual, com as fêmeas maiores e mais escuras que os machos. Vistos por baixo, apresentam padrão de folha seca, com ou sem manchas.


Borboletas Dryas iulia geralmente são vistas voando em trilhas de florestas úmidas e decíduas, mas são comumente encontradas em áreas abertas e antrópicas, como clareiras florestais, pastagens, ao longo das margens dos rios e em jardins floridos. Se alimentam, muitas vezes coletivamente, de substâncias mineralizadas retiradas de pedras, do solo, de frutos e de substâncias retiradas de flores como a Lantana camará.


Os ovos de Dryas iulia são colocados nas folhas jovens ou nas gavinhas de plantas do gênero Passiflora (Maracujás *silvestres e comerciais).


Seus ovos são de coloração amarela a laranja-opaca.



As suas lagartas passam por cinco estágios e, em seu último estágio larval, são de coloração predominantemente branca a creme, com listras negras, manchas avermelhadas na lateral, e com projeções espinescentes sobre a superfície. Segundo Prof. Paulo Otero (In memoriam), elas são agressivas e canibais.

Primeiros ínstares
 
Mais maduras

Próximas da Pé Pupa.

As crisálidas não são uniformes em sua coloração, constituída por diversas tonalidades de marrom e cinza.






Segue se o ciclo com a emergência dos adultos, que irão se alimentar de néctar das flores  das plantas, e procurar seus parceiros para a cópula que após ocorrida, a fêmea irá procurar e por seus ovos em uma das plantas hospedeiras de suas lagartas seguindo então uma próxima geração.


Obs.: As borboletas Dryas iulia podem facilmente ser confundidas com a espécie Dione juno, da mesma subfamília, diferindo por sua maior envergadura, pelo padrão de manchas escuras das asas anteriores e por não apresentar as manchas em prata que esta última espécie apresenta, em baixo. Também podem ser confundidas com Eueides aliphera, sendo esta última menor e apresentando asas anteriores mais arredondadas, ou com Marpesia petreus, em voo.


Créditos: Edith Smith em Shady Oak Butterfly Farm.
http://www.butterflyfunfacts.com/julia.php

*Todas as fotografias neste site são protegidas por direitos autorais.
Para obter permissão para usar qualquer foto, entre em contato com Edith Smith em Shady Oak Butterfly Farm.

Texto com ajuda:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Dryas_iulia 


wikipedia: Nossos termos e condições de uso
Imagine um mundo onde todos os seres humanos possam compartilhar livremente a soma de todo o conhecimento. Esse é o nosso compromisso.



sexta-feira, 3 de março de 2017

Battus polydamas em Aristolochia galeata


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Battus polydamas, uma bela borboleta da família papilionidae, que não corre risco de extinção.

Podemos começar falando sobre a planta hospedeira das lagartas de Battus, a Aristolochia.




Aristolochia é um género botânico pertencente à família das aristoloquiáceas.



Desenvolvemos a criação em Papo de Peru (Aristolochia galeata). Também conhecida como cipó Mil-homens, Jarra-açu, Jarrinha, Papo de Peru Grande, entre outros.



Aristolochia galeata é uma planta trepadeira que produz lindas flores, contudo, estas belas flores possuem um forte odor desagradável que ajuda a atrair os seus polinizadores.




As aristolochiaceae não são carnívoras mas tem mecanismos elaborados de atração e confinamento de insetos em suas flores para assegurar a polinização que muito lembram plantas carnívoras.

Geralmente odor e/ou a aparência da flor atrai os insetos para o interior da flor através de uma passagem estreita coberta com pelos densos voltados para dentro que permitem ao inseto entrar mas não sair da flor.
A flor mantém os insetos presos ali por um período variável de tempo (de horas a dias) até a parte masculina da planta se desenvolver e liberar pólen que cobrirá os insetos completamente. Os pelos que impedem a saída dos insetos então secam e caem, permitindo que estes deixem a flor e voem para outras flores. Somente depois disso a parte feminina das flores se desenvolve e permite a polinização. Esse desencontro ocorre para evitar que ocorra auto fecundação.

Voltando para Battus polydamas, adultos fêmeas ao encontrarem a planta hospedeira, Aristolochia galeata, faz a postura na brotação do cipó ou em folhas jovens.

E por um curto período, os ovos eclodem e as lagartas emergem.

Pequenas e vorazes, logo passam a se alimentar das folhas jovens.
Das brotações


E em alguns casos das flores



As lagartas então irão passar vários ínstares 
Crescendo 


Se preparando para Pupar.

Então para de se alimentar e se fixa em um galho.
Logo então passará por um estado inativo conhecido por pupa, de onde emergirá, finalmente o adulto.



De acordo com a biologia, o termo metamorfose (derivado do grego metamorphosis) é utilizado para designar uma mudança na forma e na estrutura corporal (tecidos, órgãos), assim como o crescimento e diferenciação, dos estágios juvenis e larvais de diversos animais, como insetos,anfíbios e moluscos, até que estes alcancem a fase adulta.



Tabela:
Ordem  
  LEPIDOPTERA
Família  
  PAPILIONIDAE
Subfamília  
  PAPILIONINAE
Tribo  
  Troidini
Espécie  
  Battus polydamas (L., 1758)



Um belo trabalho de biologia populacional;

Biologia populacional e uso de planta hospedeira em Battus polydamas polydamas e Battus polystictus polystictus (Troidini, Papilionidae)



AssuntoDinâmica populacional
Papilionidae
Planta hospedeira 
ResumoEstudos sobre a diversidade e estrutura de populações em ambientes naturais, tanto preservados e como impactados, são importantes ferramentas para programas de conservação ambiental. Nesse sentido, pesquisas com foco em estudos populacionais de borboletas têm sido amplamente utilizadas para o aperfeiçoamento do conhecimento sobre a biologia e ecologia das espécies. Duas espécies do gênero Battus são encontradas no sul do Brasil: Battus polystictus e Battus polydamas. Apesar destas borboletas utilizarem como hospedeiras somente plantas do gênero Aristolochia, e de serem filogeneticamente muito próximas, ambas espécies apresentam hábitos ecológicos bastante distintos. Assim, o objetivo deste trabalho foi estudar a dinâmica das populações de B. polydamas e B. polystictus ao longo de um ciclo anual, relacionando os padrões observados com a variação nos requerimentos ecológicos das espécies em função das condições climáticas, disponibilidade de recursos alimentares e de desempenho larval em diferentes plantas hospedeiras. As populações foram analisadas através de marcação-recaptura para estimar os padrões populacionais. As borboletas foram capturadas com rede entomológica, marcadas, analisadas e soltas no mesmo local de captura. Em laboratório, os testes de preferência alimentar e desempenho foram realizados em condições controladas de temperatura (25°C) e fotoperíodo (16L:8E), nos seguintes tratamentos: Battus polydamas x A.triangularis (n=60); Battus polydamas x A.sessilifolia (n=60); Battus polystictus x A.triangularis (n=15); Battus polystictus x A.sessilifolia (n=15). Os resultados deste trabalho mostraram que B. polydamas e B. polystictus têm requerimentos ecológicos diferentes, sendo a primeira mais tolerante a alterações ambientais. As populações das duas espécies de Battus não foram constantes no tempo, havendo variações estruturais e de densidade ao longo do ano. Os experimentos em laboratório mostraram que ambas as espécies de borboletas aceitam e podem se desenvolver nas plantas testadas, porém com desempenhos diferentes. Enquanto B. polydamas utiliza as hospedeiras de maneira equivalente, B. polystictus tem melhor desempenho em A. triangularis. De modo geral, os resultados obtidos sugerem que as dinâmicas das populações para ambas as espécies são influenciados principalmente pela estruturação ambiental dos habitats e pela disponibilidade de plantas hospedeiras. Os dados também sugerem que, quando em sintopia, ambas as espécies utilizem de maneira diferencial os recursos larvais disponíveis.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Nova espécie de borboletas recebe nome de Donald Trump.

Ao descobrir uma nova espécie de borboletas, o entomólogo canadense, Vazrick Nazari, resolveu dar o nome de Donald Trump, presidente eleito dos EUA, revela a revista científica ZooKeys.




Essa não é a primeira vez quando representantes da flora e fauna recebem nome de presidentes norte-americanos ou de outras personalidades. 

No ano passado, por exemplo, um peixinho tropical foi batizado de Barack Obama, uma espécie rara de vespas parasíticas ganhou o nome de Brad Pitt, e uma abelha do Brasil recebeu o nome de um dos pokémons do anime japonês. Nazari resolveu homenagear Donald Trump dando seu nome a uma espécie de borboletas descoberta por ele na ilha de Santa Catalina, na costa oeste da Califórnia. Mas por quê? 
A borboleta tem um "penteado" parecido ao de Trump, diz o cientista.








O inseto Neopalpa donaldtrumpi pertence à espécie Gelechiidae, uma família bastante numerosa de borboletas que habitam a América do Norte. As lagartas deste tipo de borboletas são extremamente vorazes. A maioria das borboletas Gelechiidae possui coloração amarela, aproximando-se ainda mais ao magnata Trump.



O cientista espera que o descobrimento dessa espécie de borboleta ajude a revelar a origem e a história evolutiva do Neopalpa donaldtrumpi e atraia atenção de políticos e do próprio Donald Trump quanto à questão da proteção da fauna das ilhas e da costa da Califórnia, onde espécies, muitas ainda não descobertas por cientistas, começam a se extinguir devido a mudanças climáticas.






Mostrar mais em: 
https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/201701187455761-especie-borboletas-nome-donald-trump/
Artigo na zookeys:  http://zookeys.pensoft.net/articles.php?id=11411

*Direitos autorais e créditos pertencem ás  postagens originais nos link´s acima.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Sumiço das Borboletas;



     DESMATAMENTO. 


Como já dizia o meu amigo e mentor, o  Sr. Ivo Rank, que sempre dominou a biologia dos lepidópteros; "O desmatamento e o uso de pesticidas, descontroladamente irá diminuir e muito o número de espécies de borboletas".





Os adultos em geral sabem as consequências do desmatamento. Mas como explicar para as crianças mudanças climáticas, alterações no ciclo hidrológico,  enchentes? Uma das formas é contando-lhes histórias, histórias simples como a que escrevi e que anexo para o seu conhecimento e divulgação entre os pequeninos. Um dia eles entenderão, aprendendo a respeitar e a defender a natureza.

Texto de autoria do Prof.Adilson D. Paschoal.

Assunto: Literatura infantil.
Conto: Riacho de Prata e Pé de Árvore.
Finalidade: Entendimento das consequências do desmatamento.

Corria, sem ter muita pressa, entre o arvoredo de uma grande floresta, um riacho de águas muito claras que, por isso, se chamou Riacho de Prata. Muito tempo antes, quando os índios ainda viviam por ali, o riacho mantinha-se sempre cheio e dentro do seu leito de pedras, sem nunca transbordar. Mas depois que surgiram os fazendeiros, cortando as árvores para fazer lenha e para plantar cana-de-açúcar e café, as matas foram diminuindo, fazendo o riacho mudar de jeito, ora enchendo-se em demasia, ora secando quase que por todo.
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Mas como a vida só termina com a morte, o riacho, e tudo o mais em sua volta, foi se ajustando, tentando sobreviver. Um belo dia, de uma semente caída em sua margem nasce uma formosa planta; como ninguém sabia seu nome foi chamada Pé de Árvore. Com o tempo passando, ela foi crescendo, crescendo, até se tornar uma árvore bem grande. O riacho, que acompanhara todo o seu desenvolvimento, um dia puxa prosa com ela dizendo: 
 ─ Como você cresceu! Ficou bonita! 
— Graças à minha água isso foi possível! 
─ Mas já faz tanto tempo! 
— responde Pé de Árvore 
— quando eu era ainda pequenina e suas águas cristalinas banhavam suavemente o meu pé. 
— Agora você encolheu, ficou magro, quase sem água! Não sei qual será o meu futuro se você secar completamente 
— lamenta-se ela. 
 ─ A água que carrego não depende de mim, mas de meus pais 
— responde Riacho de Prata. 
 ─ Mas você tem pais? 
— pergunta, surpresa, Pé de Árvore. 
 ─ Sim! 
— diz ele. 
— Minha mãe é a nascente, onde eu nasci; meu pai é o trovão, que quando fica bravo manda as nuvens despejarem chuva, cuja água vem parar aqui no leito onde corro. 
 ─ Sendo assim, peça para eles mandarem mais água para você, bastante água mesmo, pois eu já estou ficando com sede; algumas folhas minhas já estão secando, caindo no chão árido onde agora estou vivendo 
— diz a árvore, lamentando a sorte. 
 ─ Isso não é mais possível! 
— responde o riacho. 
— Minha mãe disse-me que o homem derrubou muitas árvores aqui por perto, fazendo secar as nascentes, olhos d’água como ela costumava dizer; as nuvens também diminuíram e meu pai não mais pode fazer chover como antigamente. Triste, com o pensamento no que acabara de ouvir, a árvore, buscando uma saída para aquele destino cruel, mas nada encontrando, disse bem alto para que todos ouvissem: “Se eu tivesse pernas, ao invés de raízes, eu juro que sairia correndo daqui e nunca mais voltaria! Ah! se eu tivesse pernas!...
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Com o tempo passando, e a seca aumentando, a pobre árvore viu-se quase despida de folhas. Mas um dia a situação mudou. 
Sem avisar ninguém, densas nuvens negras formam-se no céu e trovões se ouvem anunciando chuva forte. Em pouco tempo a tormenta desaba sobre a floresta, encolhida e seca. 

O riacho fica feliz e exclama: 
 ─ É o papai que está vindo, trazendo esperanças para todos nós... 
 ─ E água também! 
— exclama Pé de Árvore, sorrindo novamente depois de longo período de espera por aquelas gotas salvadoras, que pareciam não vir nunca. E assim, com a chuva caindo por vários dias sem parar, o riacho foi se enchendo cada vez mais, espalhando suas águas muito além do seu leito normal, chegando a cobrir parte do tronco de Pé de Árvore, que, por isso, começou a ficar com medo, pois a força das águas começava a arrancar a terra, expondo suas raízes. 

 ─ Socorro! 
— pede ela para o riacho, agora transformado em rio de fúria. Era tal o barulho das águas, em pavoroso turbilhão, que o riacho não pode ouvir o pedido de socorro da árvore 
— e mesmo se ouvisse que poderia ele fazer para salvá-la, se perdera o controle sobre si mesmo.
─ Socorro! Socorro! 

 As horas passam. Subitamente, uma onda muito forte arranca a árvore do chão e passa a arrastá-la na correnteza. 
Vendo aquilo, o riacho só pode fazer com que ela não batesse nas margens a sua cabeça de ramos secos. ─ Ponha-me de volta na terra! 
— grita, em desespero, Pé de Árvore.
— Eu não quero mais sair daqui! Não deste jeito!... 

 Mas nada pode ser feito; as águas turbulentas levam a pobre árvore rio abaixo, jogando-a em um rio ainda maior. 
E assim, de rio em rio, a árvore acabou seus dias enroscada nas pedras de uma grande cachoeira muito distante dali. Passada a tormenta, o riacho voltando ao seu leito de sempre, a ausência da frondosa árvore foi sentida por todos. Que falta ela fazia! 

Que beleza era sua folhagem verde, dando sombra e acolhendo pássaros e outros animais da floresta! E os frutos que dava, alimentando a bicharada... 
 Continuando a correr, sem ter muita pressa, um dia Riacho de Prata notou que uma pequenina planta nascia no lugar onde Pé de Árvore viveu por tanto tempo. 

Logo verificou a semelhança com aquela que fora arrastada pelas suas águas. 
Não havia dúvida: naquele lugar, uma das sementes de Pé de Árvore brotara gerando uma planta igual a ela. Por ser dela filha, o riacho deu-lhe o nome de Pezinho de Árvore, pelo menos até que crescesse e ficasse grande e bonita como a mãe.

 Quando ficou moça, pondo os primeiros ramos que deram frutos, Riacho de Prata contou-lhe a história da mãe, terminando com os seguintes dizeres, nunca esquecidos por Pezinho de Árvore: 
 ─ Em um dia de muita raiva, quando a água que eu tinha era pouca, e ela passava sede, sua mãe disse-me que se ela tivesse pernas ao invés de raízes ela sairia correndo daqui e nunca mais voltaria. Foi o que aconteceu. Mesmo sem ter pernas ela acabou saindo daqui e nunca mais voltou. 
Neste caso, as “pernas” que a levaram foram minhas águas, que ela tanto queria fossem aumentadas custasse o que custasse.

(Algumas) adaptações.
João A.C.



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Heliconius ethilla narcaea (Godart, 1819)





Heliconius ethilla narcaea 

(TYPE of Heliconius satis Weymer, 1875, TL: Brazil).

Photo taken by Gerardo Lamas and digitized by the Tropical Andean Butterfly Diversity Project, funded by the Darwin Initiative. Any use of this image, except for personal study, requires prior written consent of the housing institution.

Segundo o especialista em lepidópteros e colega Lucas A. Kaminski, em Heliconius ethila narcaea, a subespécie é relativamente variável e pode incluir indivíduos com mais ou menos branco ou laranja, essas variações são chamadas de formas mas oficialmente não possuem status taxonômico distinto.



Características:



Com a envergadura das asas chega a 7 centímetros. Apresenta voo lento, normalmente perto do solo. Durante a fase como lagarta é esbranquiçada e espinhenta, contudo, como (todas as lagartas de borboleta), *Não são urticantes. Pode viver em média trinta dias *dentro de um borboletário. 



Alimentação da fase de borboleta:


Alimenta-se de néctar de flores das plantas , especialmente as de flores com cores vivas como a Lantana, a Pentas e o Flamboyanzinho de jardim. 




Cambarazinho, Lantana camara.

Pentas ou Estrela do Egito, Pentas lanceolata



Flamboyanzinho de Jardim. Caesalpinia pulcherrima




Ecologia:
Reproduzem se, após a cópula, pondo seus ovos isoladamente em brotações  e gavinhas do maracujazeiro. 


Brotação de Maracujá Doce.


Ovo na Gavinha do Maracujazeiro.



Ovo na Gavinha do Maracujazeiro.

Detalhe do ovo ampliado.



Pelos autores: Rafael Dell'ErbaI, II; Lucas A. KaminskiIII; Gilson R. P. MoreiraIII


Alimentação na fase de lagarta:
As lagartas se alimentam das folhas de suas plantas alimento, passifloras em geral, preferindo a Passiflora alata (maracujá doce) 




Lagartas de vários instares.

Lagartas de vários instares.


Cuidados diários com a presença de predadores.


Nem todos os Pentatomídeos são fitófagos...
Alguns são predadores.

O único modo de evitar os predadores é criar em potes.



As lagartas, pós passarem por diversos instares, (idades) se transformam em Pupas.


Pupa.

Pupa.



Pupa próxima de emergir o adulto:
Foto gentilmente cedida pela autora e colega Liberty Turtera.⏎
E finalmente os adultos, machos e fêmeas.

Adulto


Adulto

Adulto

Adulto

Dai em diante o ciclo continua após a cópula dos adultos.




Distribuição Geográfica:
É encontrada em todo o Brasil podendo se distribuir até a América central.

Heliconius ethilla narcaea, pertence a Ordem Lepidoptera, Família Nymphalidae, Subfamília Heliconiinae. 


Agradecimentos ao colega Germano Woehl Junior pela ajuda no texto.
Foto tipo: http://www.butterfliesofamerica.com/L/heliconius_ethilla_narcaea_types.htm