segunda-feira, 1 de abril de 2013

Cientistas tentam desvendar mistérios da mímica da natureza


Causa surpresa que tantos padrões possam ter sido gerados de forma independente e tenham sido replicados em diferentes espécies.



Robert Reed, figure by Fabian de Kok-Mercado via The New York Times


Pesquisadores analizam o DNA de borboletas perigosas que copiam outras espécies intragáveis
Talvez nenhum lugar tenha atraído e inspirado mais naturalistas importantes que o Brasil. Charles Darwin, em sua viagem épica no HMS Beagle, desembarcou pela primeira vez na Bahia em 1832; dois outros ingleses, Alfred Russel Wallace e Henry Walter Bates, chegaram ao Pará em 1848. Wallace percorreu a Amazônia por quatro anos; o incansável Bates, por 11.
Em 1852, um naturalista chamado Fritz Mueller aportou no país, vindo da Alemanha. Muito menos conhecido hoje, Mueller, ao contrário de seus contemporâneos ingleses, mudou-se para o Brasil com a esposa e o filho pequeno, e não tinha nenhuma intenção de voltar para a Prússia. Um livre-pensador que se recusou a fazer o juramento a Deus – obrigatório para obter a formação em Medicina –, Mueller trocou uma carreira médica na Europa por uma cabana sobre um chão enlameado nos limites de uma área de mata virgem na colônia de Blumenau, em Santa Catarina.
Embora Darwin e Wallace tenham vindo a conceber a teoria da evolução pela seleção natural, ela veio a ser aceita em grande parte graças a Bates e Mueller. Graças a eles, talvez nenhum grupo de animais tenha contribuído tanto para o desenvolvimento inicial da ciência evolutiva quanto as borboletas. Suas ideias continuam a inspirar naturalistas hoje e levaram a surpreendentes novos insights sobre o modo como a evolução funciona.
Os dois encontraram um Brasil repleto de borboletas coloridas. Bates notou, entre suas coleções, determinadas espécies cujos padrões brilhantes de asas se assemelhavam aos de outras famílias de borboletas que viviam na área. Ao investigar por que uma espécie imitaria outra, ele percebeu que as borboletas inofensivas estavam imitando espécies nocivas que eram intragáveis para aves e lagartos, e, portanto, não eram atacadas por predadores.
Apenas alguns anos depois de Darwin publicar "A Origem das Espécies", Bates sugeriu que esse tipo de mimetismo – agora chamado de "batesiano" – constituía uma prova oportuna do princípio da seleção natural.
Bates era um colecionador de tempo integral, mas Mueller, inicialmente, ocupou-se com preocupações mais básicas. Durante os seus primeiros anos no Brasil, ele ganhou a vida como agricultor, criando galinhas e porcos e caçando com armadilhas, enquanto enfrentava inundações e se defendia de tribos indígenas hostis, onças e doenças tropicais. Por ser a única pessoa na sua colônia que tinha formação médica, coube-lhe a tarefa de atender os vizinhos que eram atingidos com flechas de 1,5 metro de comprimento.
À medida que sua família foi aumentando – Mueller chegou a ter seis filhas –, ele se mudou para uma cidade costeira para ensinar matemática, história natural e até mesmo um pouco de física e química. Sua posição lhe possibilitou explorar atividades mais intelectuais, e lá ele descobriu as novas teorias de Darwin.
"A Origem das Espécies" transformou a compreensão que Mueller tinha da natureza de tal modo que ele se inspirou a escrever o seu próprio livro, "Fur Darwin", que apresentou fatos e argumentos em favor de sua teoria, incluindo as próprias observações de Mueller sobre as plantas e animais brasileiros. Os dois iniciaram uma correspondência entusiasmada e amigável que duraria 17 anos, até a morte de Darwin. Darwin se referia a Mueller como o "príncipe dos observadores", e embora eles nunca tenham se encontrado, Mueller considerava Darwin um segundo pai.
A observação crucial de Mueller mudou a forma como o mimetismo era visto. Ele percebeu que as borboletas intragáveis também imitavam outras espécies de borboletas intragáveis na mesma área. Se elas já eram intragáveis, ele se perguntou, qual seria a vantagem de imitar outras espécies?
Ocorreu-lhe que as borboletas intragáveis se beneficiariam por viver em grandes números: em algum momento, os predadores ingênuos tomaram conhecimento da impalatabilidade das borboletas, e as espécies que as mimetizavam dividiram o custo desse aprendizado, enquanto que uma espécie intragável de padrão único teria de arcar com o custo total. Ele mostrou, por meio de uma álgebra simples, que duas ou mais espécies intragáveis se beneficiariam seguindo um padrão comum.
A seleção natural, assim, explicou por que padrões de asas de diferentes espécies convergiam. Mas como esses padrões de cores semelhantes, mas complexas, eram gerados por diferentes espécies? Essa era uma questão muito mais difícil, tendo frustrado os cientistas há quase 150 anos – até que uma equipe internacional de pesquisadores revelou recentemente segredos mais íntimos do mimetismo.
Os exemplos mais notáveis e famosos do que ainda é chamado de "mimetismo muelleriano" envolvem as borboletas Heliconius da América do Sul e Central. Em muitos casos, os padrões das asas de espécies diferentes na mesma área são notavelmente semelhantes. E o que é ainda mais notável é que cada espécie pode apresentar vários padrões diferentes, específicos de determinadas áreas. Os padrões das asas são tão semelhantes que é difícil até mesmo distinguir espécies que vivem a uma pequena distância – e essa é a chave do problema.
Há duas maneiras fundamentalmente diferentes pelas quais o mimetismo muelleriano pode ter evoluído: ou cada espécie evoluiu de forma independente, em mutações que fizeram surgir padrões de asas muito semelhantes, ou houve uma troca de genes de padronização entre as espécies.
Vários genes que controlam a produção dos padrões de asa já foram identificados, permitindo que os investigadores distinguissem entre essas alternativas. A resposta? Ambos os mecanismos desempenharam um papel.
Ao analisar as sequências de DNA de duas espécies de Heliconius distribuídas pela América do Sul, pesquisadores puderam identificar que cada espécie tinha evoluído de modo independente para até 20 padrões diferentes que eram quase idênticos em cada espécie. Contudo, em espécies intimamente relacionadas nas quais ocorria o mimetismo, eles descobriram que tinha havido uma troca de genes que determinam as cores.
Essas descobertas são igualmente interessantes. É surpreendente que tantos padrões possam ter sido gerados de forma independente e tenham sido replicados em diferentes espécies. E é surpreendente que haja espécies trocando genes na Amazônia. Afinal, a impossibilidade de procriar com os outros grupos foi por muito tempo considerada como parte da definição operacional de espécie.
No entanto, à medida que investigamos os genomas, continuamos a detectar evidências passadas de reprodução cruzada – entre os tentilhões de Darwin, por exemplo, e até mesmo entre os neandertais e nossa própria espécie, Homo sapiens. Mesmo que tais acasalamentos entre espécies sejam raras, um gene que confere uma grande vantagem, como o do mimetismo, pode se espalhar rapidamente pela população.
Uma das minhas observações favoritas a respeito do progresso científico nos foi oferecida pelo físico Jean Baptiste Perrin, ganhador do Prêmio Nobel, que disse que o segredo de qualquer avanço é poder "explicar algo visível e complexo por algo invisível e simples". Depois de ficar envolta por mistérios durante mais de um século, a revelação dos genes invisíveis que geraram essa diversidade é um exemplo primoroso dessa máxima.



sexta-feira, 15 de março de 2013

10 importantes descobertas evolucionárias recentes


Super genes de borboleta.






A borboleta amazônica Heliconius numata era um mistério para os biólogos e geneticistas.

Essa borboleta aparece em sete padrões de manchas diferentes, usados para espantar os predadores, e cada padrão resulta de uma combinação de vários genes diferentes. Quando duas borboletas de padrões diferentes procriam, os genes são recombinados e os padrões deveriam se misturar em poucas gerações. Mas não era isto que estava acontecendo.
Uma equipe de biólogos britânicos e franceses descobriu em 2011 a presença do que eles chamaram de super gene, um grupo de dezoito genes que são passados para a próxima geração como um bloco único.
Em vez de ter uma mistura de genes de cada um dos pais, as borboletas herdam um super gene recessivo ou dominante, permitindo que a característica completa seja passada.

Veja as outras descobertas no site:
http://hypescience.com/10-importantes-descobertas-evolucionarias-recentes/ 










http://hypescience.com/10-importantes-descobertas-evolucionarias-recentes/ 

quinta-feira, 7 de março de 2013

Segue algumas das espécies mais comuns de 


              Borboletas Brasileiras.






Agraulis vanillae

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Freqüenta os jardins e parques, onde visita diversas flores cultivadas, como a zínia. Prefere os lugares abertos e ensolarados, é considerada praga de maracujá cultivado.

Plantas Hospedeiras: Diversas espécies de maracujá.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: Antonio Machado 








Agrias claudia claudina

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Conhecida como o "príncipe dos ninfalídeos" devido a sua beleza.

Plantas Hospedeiras: Quina glaziovii

Habitat: Algumas regiões do estado do Rio de Janeiro e Espírito Santo.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org








Anartia amathea

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Uma das Borboletas mais comuns do Brasil, ocorrendo principalmente em locais úmidos e brejos.

Plantas Hospedeiras: Várias espécies de acantácea.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org








Anteos menippe

Família: Pierídeos

Particularidades: É uma grande e vistosa Borboleta, de vôo rápido e irregular. Os machos voam em torno das Cassia, localizando fêmeas recém-eclodidas das crisálidas.

Plantas Hospedeiras: Cassia siamea

Habitat: Sudeste, Norte e Nordeste.

Foto cortesia: Henrique Ayres








Ascia monuste

Família: Pierídeos

Particularidades: Talvez a Borboleta mais comum do Brasil, denominada "praga-da-couve" devido a suas lagartas, causarem sérios danos ao cultivo das diversas crucíferas.

Plantas Hospedeiras: Couve, chagas e de alguns vegetais silvestres da família caparidácea.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: www.wikipedia.org






Brassolis astyra

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Borboleta crespular e matutina, as lagartas são consideradas uma das maiores pragas de diversas palmeiras nativas e cultivadas.

Plantas Hospedeiras: Palmáceas.

Habitat: Sudeste Brasileiro.

Foto cortesia: Henrique Ayres








Caligo beltrao

Família: Ninfalídeos

Particularidades: É uma das maiores Borboletas do Brasil, caracterizada pelo desenho de olhos na face inferior das asas posteriores, dando origem ao nome de "corujão".

Plantas Hospedeiras: Diversas marantáceas.

Habitat: Sudeste Brasileiro.


Foto cortesia: Henrique Ayres








Catonephele numilia penthia

Família: Ninfalídeos

Particularidades: É atraída por secreções vegetais e sucos de frutas fermentadas. Os machos gostam de pousar nas folhas e abrir as asas , expondo-as ao sol.

Plantas Hospedeiras: Alchornea.

Habitat: Sudeste Brasileiro.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org







Colobura dirce

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Conhecida como "zebra", devido ao desenho da face inferior das asas.

Plantas Hospedeiras: Embaúba

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org








Danaus plexippus erippus

Família: Ninfalídeos

Particularidades: É uma das Borboletas mais conhecidas, próxima da famosa "monarca americana". Voa geralmente baixo, pousando em pequenas flores para sugar o néctar. 

Plantas Hospedeiras: Oficial-de-sala (Asclepias curassavica).

Habitat: Nordeste Brasileiro.








Dynastor napoleon

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Considerada um dos mais espetaculares lepidópteros do mundo por suas cores e tamanho. Voa geralmente nos meses de verão ao crespúsculo e ao amanhacer.

Plantas Hospedeiras: Diversas Bromeliáceas.

Habitat: Sudeste Brasileiro (acima de 800 metros).

Foto cortesia: Henrique Ayres 





Femea


Macho


Eryphanis reevesii

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Conhecida popularmente como Borboleta Olho-de-boi, os adultos se alimentam de frutos maduros e líquidos que escorrem de certas plantas.

Plantas Hospedeiras: Folhas de bambus ou gramíneas bambusiformes, como a Olyra.

Habitat: Sudeste Brasileiro.


Foto cortesia: Henrique Ayres







Eueides isabella dianasa

Família: Ninfalídeos

Particularidades: São encontradas em parques e jardins aonde voa à procura de flores cultivadas, como bico-de-papagaio.

Plantas Hospedeiras: Diferentes espécies de maracujá, principalmente Passiflora edulis.

Habitat: Centro e Sudeste do Brasil.


Foto cortesia: http://www.eol.org






Hamadryas feronia

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Vulgarmente chamada de "estaladeira", devido ao ruído que produz durante o vôo.

Plantas Hospedeiras: Trepadeira Dalechampia

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: guano







Heliconius erato phyllis

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Voam durante todo o dia à procura de flores azuis ou vermelhas, como a Lantana. À noite se reúnem em pequenos grupos sobre galhos secos.

Plantas Hospedeiras: Diversas espécies de maracujá.

Habitat: 
Quase todo o Brasil.






Heliconius ethilla narçaea

Família: Ninfalídeos

Particularidades: São encontradas nas matas, jardins e parques, onde procura flores, principalmente as vermelhas.

Plantas Hospedeiras: Diferentes espécies de maracujá.

Habitat: Centro e Sudeste do Brasil.


Foto cortesia: Cláudio Timm

Poderá também gostar de:







Heliconius sara apseudes

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Voa durante o dia nos locais sombrios ou ensolarados à procura do néctar de diversas flores de que se alimenta.

Plantas Hospedeiras: Diversas espécies de maracujá.

Habitat: Mata atlântica.





recto


verso


Papilio thoas brasiliensis


Família: Papilionídeos

Particularidades: Conhecida popularmente como Borboleta Caixão-de-defunto, está presente desde as matas até regiões abertas e ensolaradas, onde procura o néctar de diversas flores, como o cambará, o hibisco e outras espécies que exalam perfume. 

Plantas Hospedeiras: Piperáceas, rutáceas nativas e também Citrus.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: Henrique Ayres







Historis odius

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Aprecia frutas maduras caídas no chão. É encontrada praticamente em todos os locais em que a planta embáuba, alimento de suas lagartas, é comum.

Plantas Hospedeiras: Folhas de embaúba.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org







Junonia evarete

Família: Ninfalídeos

Particularidades: A Junonia evarete gosta de pequenas flores silvestres, de onde tira seu sustento. 

Plantas Hospedeiras: Gervão e Mangue-branco.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org








Marpesia petreus

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Caracterizada pelas asas de contorno irregular, incomum e longas caudas escuras. 

Plantas Hospedeiras: Diversas moráceas, como a jaqueira e a figueira.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org







Mechanitis lysimnia

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Tendo o nome comum de "maria-boba", dado seu vôo lento e fraco. Os adultos se alimentam de diversas flores, como as de Eupatorium.

Plantas Hospedeiras: Tomateiro, tomateiro-bravo e outras solanáceas.

Habitat: Sudeste Brasileiro.







Methona themisto

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Chamada "Borboleta do manacá" devido a estar intimamente associada a essa planta.

Plantas Hospedeiras: Manacá.

Habitat: Mata Atlântica Brasileira.







Morpho achilles achillaena

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Vulgarmente chamada de "capitão-do-mato", é atraída por frutos maduros, como a manga e a jaca.

Plantas Hospedeiras: Leguminosas papilionáceas.

Habitat: Sudeste Brasileiro.



Foto cortesia: 
Thaysa Meirelles 







Morpho aega

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Os machos dessa espécie apresentam na face superior das asas uma coloração azul metálica de brilho inigualável.

Plantas Hospedeiras: Folhas de taquaras e bambus.

Habitat: Sul e Sudeste Brasileiros.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org








Morpho anaxibia

Família: Ninfalídeos

Particularidades: É uma das mais conhecidas Borboletas Brasileiras, chamada vulgarmente de "azul-seda".

Plantas Hospedeiras: Grumixama, arco-de-pipa e caneleira.

Habitat: Centro e Sudeste Brasileiros, sendo comum no Rio de Janeiro, nos meses de verão.



Foto cortesia: http://www.wikipedia.org







Morpho menelaus tenuilimbata

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Conhecida no Rio de Janeiro como "praia-grande". Costuma se alimentar do suco de frutos maduros caídos no chão. 

Plantas Hospedeiras: Arco-de-pipa e aldrago.

Habitat: Sudeste Brasileiro.



Foto cortesia: http://www.wikipedia.org










Opsiphanes invirae pseudophylon

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Os adultos são ávidos por frutas em fermentação, secreção de tronco das árvores e fezes de animais, podendo detectá-los a mais de um quilômetro de distância.

Plantas Hospedeiras: Palmáceas.

Habitat: Sudeste Brasileiro.

Foto cortesia: Henrique Ayres 







Papilio anchisiades capys

Família: Papilionídeos

Particularidades: Este papilionídeo é encontrado desde as matas até aos locais abertos e de vegetação rasteira, onde, nas horas quentes do dia, procura o néctar de diversas flores de que se alimenta.

Plantas Hospedeiras: Laranjeiras e outras plantas cítricas.

Habitat: Quase todo o Brasil.


Foto cortesia: www.wikipedia.org 









Papilio androgeus laodocus

Família: Papilionídeos

Particularidades: Freqüenta as matas, as clareiras, os jardins e os pomares, onde existem laranjeiras e outras plantas cítricas, alimento de suas lagartas. Os machos costumam pousar na areia úmida para sugar a lama.

Plantas Hospedeiras: Laranjeiras.

Habitat: Sul e Sudeste Brasileiro.


Foto cortesia: Henrique Ayres 







Parides ascanius

Família: Papilionídeos

Particularidades: Embora grande e vistosa, a Borboleta é evitada por predadores como os pássaros, pois assimila um veneno da única planta-alimento de suas lagartas, Aristolochia macroura.

Plantas Hospedeiras: Aristolochia.

Habitat: 
Litoral de Campos a Guaratiba.


Foto cortesia: commons.wikimedia.org







Phocides palemon phanias

Família: Hesperiídeo

Particularidades: Pequena Borboleta de cores escuras,caracterizada por corpo e cabeça robustos e as asas relativamente reduzidas.

Plantas Hospedeiras: Eucalipto

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: www.wikipedia.org








Phoebis philea

Família: Pierídeos

Particularidades: Conhecida vulgarmente como "gema", encontrada em parques e jardins, voando rapidamente sobre as flores de diversas plantas cultivadas dos gêneros Impatiens, Hibiscus, Ixora, Duranta e Bougainvillea, entre outras.

Plantas Hospedeiras: Diversas espécies de Cassia.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: commons.wikimedia.org 








Prepona demophon

Família: Ninfalídeos

Particularidades: Pertence a um gênero de Borboletas caracterizado pela faixa verde-azulada e metálica. Procuram frutos, como a manga e a jaca, para se nutrir do seu suco.

Plantas Hospedeiras: Abacateiro, louro, canela e outras plantas silvestres.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org









Siproeta stelenes

Família: Ninfalídeos

Particularidades: O colorido verde, incomum nos lepidópteros adultos, torna esta Borboleta muito bela.

Plantas Hospedeiras: Plantas da família acantácea.

Habitat: Em todas as regiões.


Foto cortesia: http://www.wikipedia.org