terça-feira, 22 de julho de 2014

Lagartas de borboletas ou de mariposas

Lagartas; São de borboletas ou de mariposas? Todas provocam queimaduras? Como proceder?


O que são?

As lagartas ou taturanas (tata=fogo, rana=semelhante) são imaturos de um grupo de insetos conhecido como Lepidópteros (lepido=escamas, ptera=asa). Este grupo abrange as borboletas e mariposas, que são os indivíduos adultos. Quando se acasalam, põem os ovos em uma planta da qual as lagartas irão se alimentar. Nesta fase as lagartas trocam de pele diversas vezes até formarem um casulo no qual irão sofrer metamorfose para se transformar em uma borboleta ou mariposa, recomeçando o ciclo de vida.

E quanto ao veneno?

Nem todas as lagartas possuem veneno. Apenas as lagartas de mariposa podem causar acidentes, o chamado erucismo (eruca=larva; erucismo é o envenenamento causado por uma larva de mariposa). O contato com as lagartas causa queimadura e dor, não havendo lesões mais graves, exceto quando o acidente ocorre com Lonomia obliqua, a qual pode causar um quadro hemorrágico.
No Brasil existem aproximadamente 50.000 espécies de Lepidópteros, mas as principais espécies de importância médica são apenas 16 e pertencem a quatro famílias: Saturniidae, Megalopygidae, Actiidae e Limacodidae.

Família Saturniidae

As lagartas desta família se caracterizam por apresentarem espinhos em formato de pinheiros. As glândulas de veneno localizam-se na extremidade das ramificações destas estruturas. Estas lagartas costuman ficar agrupadas, dificilmente sendo encontradas sozinhas ou isoladas.
Lonomia obliqua
Automeris spp.
Hylesia sp




Lonomia obliqua


Podendo atingir 6 cm de comprimento, estas lagartas apresentam espinhos verdes sobre o corpo, chamados de scoli. O corpo é marrom escuro com uma faixa marrom (diferenciada do resto do corpo) que se estende por todo o dorso do inseto, sendo margeada por um estreito contorno preto, e este é limitado por um outro contorno branco mais externo Em Santa Catarina, estas lagartas ocorrem principalmente no Oeste. Acidentes causados por Lonomia são os mais perigosos porque, além de provocarem dor e queimadura, podem evoluir para quadros hemorrágicos.

                                                           

Automeris sp.

Atingindo até 8 cm de comprimento, elas possuem espinhos e corpo de coloração verde-claro, com manchas brancas laterais. Depois da metamorfose, no casulo, chegam a fase adulta e são conhecidas como mariposas olho-de-boi.


             








Automeris ilustris

             




Automeris leucanela

        

Megalopyge lanata

Estas lagartas possuem o corpo branco com manchas pretas transversais e dorsais largas em cada segmento. Têm tufos de pêlos pretos, longos e curtos, e espinhos avermelhados na base destes tufos.

         



Podalia sp.

Possui o corpo amarelo, completamente coberto por tufos de “pêlos” de coloração variada, geralmente marrom. Recebem o nome popular de taturana ou lagarta-gatinho. Possuem curtas cerdas avermelhadas, secretores de toxinas, na base dos tufos de pêlo.

                   

Família Limacodidae

Apresentam o corpo quase todo nu, com as cerdas de veneno restritas a pequenos aglomerados que se localizam na região anterior e posterior do animal. Também diferencian-se das outras famílias de mariposa por não apresentarem falsas pernas, locomovendo-se por ondulações da região ventral.
Sibine sp.
Phobetron sp.


Sibine sp.

Com cerca de 2 cm de comprimento. Têm o corpo verde claro, com cerdas apenas nas regiões anterior e posterior do corpo, em forma de pequenos tufos, através dos quais liberam o veneno. São comumente encontradas em limoeiros.

               

Phobetron sp.

Conhecida popularmente por lagarta-aranha, devido às projeções laterais de seu corpo que fazem lembrar uma aranha.

             



Família Arctiidae

Semelhantes às lagartas da família Megalopygidae, pois também apresentam cerdas que parecem pêlos escondendo as cerdas de veneno.


Lagartas de borboleta

Diferentemente das lagartas de mariposa, as lagartas de borboleta não apresentam cerdas (pêlos ou espinhos), tendo o dorso nu. Por não apresentarem as estruturas citadas, estes animais não causam nenhum tipo lesão.







Como prevenir acidentes

  • Os acidentes ocorrem geralmente na manipulação de árvores frutíferas e ornamentais (seringueiras, araticuns, cedro, figueiras do mato, ipês, pessegueiros, abacateiros, ameixeiras, etc.). Por isso, deve-se verificar previamente a presença de folhas roídas na copa, casulos e fezes de lagartas no solo com seu aspecto típico, semelhante a grãos dessecados de pimenta-do-reino;
  • Observar, durante o dia, os troncos das árvores, locais onde as larvas poderão estar agrupadas. À noite, as taturanas dirigem-se para as copas das árvores para se alimentarem das folhas;
  • Usar luvas de borracha para realizar atividades de jardinagem.

Primeiros socorros

  • Lavar imediatamente a área afetada com água e sabão;
  • Usar compressas com gelo ou água gelada que auxiliam no alívio da dor;
  • Procurar o serviço médico mais próximo;
  • Se possível, levar o animal para identificação.





segunda-feira, 21 de julho de 2014

Espécies de borboletas do Parque da Serra de Itabaiana.,

Pesquisador estuda espécies de borboletas no Parque da Serra de Itabaiana.

Imagem apenas ilustrativa.


Sergipe terá pela primeira vez um estudo com o objetivo de conhecer as espécies de borboletas do Parque Nacional da Serra de Itabaiana. O projeto é coordenado pelo professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Luiz Anderson Ribeiro Leite, que realiza no departamento de Biologia o primeiro estudo e registro sobre as espécies de Lepitopteras (borboletas) que habitam a vegetação do parque. O trabalho é uma parceria entre pesquisadores UFS e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), e conta com o apoio financeiro da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica de Sergipe (Fapitec/SE).

Dentre as atividades previstas no projeto, os pesquisadores propõem-se a coletar, identificar, classificar e estudar as espécies de borboletas que habitam o ecossistema do parque. O estudo é direcionado para conhecer as espécies já existentes, as raras e as novas que por ventura sejam identificadas. Segundo Luiz Anderson, a pesquisa também tem o intuito de conhecer a fauna e a flora do Parque de Itabaiana, para poder analisar o andamento do ciclo natural e estudar formas de prevenir a natureza da degradação provocada pelo ser humano.

O pesquisador explica que em Sergipe não havia sido realizado um estudo desse tipo. Em uma listagem feita em 2008 no Brasil, percebeu-se que apenas o estado de Sergipe não tinha registro de informações sobre as espécies de Lepidoptera.. Luiz Anderson explica que o estudo das borboletas é importante para subsidiar o planejamento da política ambiental.

“Imagine se em um parque como esse não tenha um plano de conservação? Sabe-se que o Parque de Itabaiana é uma área aonde a comunidade tem acesso. E, de certa forma, como não se existe ainda uma educação ambiental forte, acaba ocorrendo uma degradação muito grande. Imagina só se essa área desaparece e suas espécies entram em extinção, sendo elas raras ou até mesmo novas” explica.

Além disso, o pesquisador Luiz Anderson alerta que o estudo não deve ser somente voltado para as borboletas, como também para todas as espécies, com o intuito de conhecer o ambiente natural que se tem. “Esse conhecimento faz com que, futuramente, esses planos de manejo possam existir voltados à conservação de determinadas áreas no intuito de evitar a degradação, pois sabemos que nossas florestas são importantíssimas, principalmente em um país tropical e rico de biodiversidade como o Brasil. O objetivo é conhecer para evitar perder” afirma.

Pesquisa de campo
A coleta das informações é feita mensalmente de forma ativa pela equipe técnica. Na forma ativa, utiliza-se a clássica redinha de captura de insetos passando um período de oito da manhã a seis, dependendo do dia e da condição climática (com chuva ou não). Já na forma de armadilha, que é direcionada para as borboletas mais fugitivas, utilizam-se iscas, onde o inseto é atraído. As borboletas coletadas são levadas para o laboratório e depois são preparado e, em seguida, vão para a coleção. 

Segundo o pesquisador, uma das formas de identificação pode ser feita pela comparação com as espécies apresentadas em livros específicos do assunto. Tal análise é feita através das características morfológicas dos insetos. Se o tipo for raro, utiliza-se, também, outros meios de identificação que podem ser pelo o acesso à internet ou por meio de consulta à especialistas no assunto.

Por: Adriana Freitas

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Um hormônio típico da juventude

Hormônio da juventude transforma lagarta em mestre do disfarce

Lagarta muda completamente de aparência do início da fase larval até o final. 

Um hormônio típico da juventude é o responsável pelo enorme talento para o disfarce das lagartas, de acordo com pesquisadores japoneses, da Universidade de Tóquio. A borboleta rabo-de-andorinha, na sua fase larval, apresenta camuflagens completamente diferentes, de acordo com a fase da vida em que estão. 



A lagarta em três estágios: logo no início da vida; durante a transformação para o segundo estágio; e com a camuflagem para se esconder nas folhas (Foto: Science/Divulgação)

Em seus primeiros estágios, ela se parece, com o perdão da imagem, cocô de passarinho: preta e branca -- e meio nojenta. Quando ela se desenvolve mais um pouco e passa a viver em folhas, fica grande e verde para se esconder na folhagem. Ao comparar os dois momentos, parece que estamos falando de dois bichos completamente diferentes.


Na pesquisa apresentada na revista "Science" desta semana, a equipe do pesquisador Haruhiko Fujiwara descobriu que a mudança ocorre pela queda nos níveis de um hormônio após essa fase inicial. "Esse hormônio é conhecido por estar envolvido na regulação da metamorfose em borboleta", afirmou Fujiwara ao G1. "Agora, descobrimos que ele também trabalha na transição da aparência da larva", disse ele.



Borboleta 'golpista' engana formiga para que ela adote seus filhos.



Iludida, formiga acha que larva que carrega é de sua ninhada.Quando descobre a trapaça, começa uma 'guerra evolutiva'

Beleza não serve de nada sem uma boa dose de esperteza. Que o digam as borboletas européias Maculinea alcon, que desenvolveram um truque para lá de sujo para garantir alimento abundante para seus filhotes. Elas enganam as formigas, que passam a acreditar que as larvas de borboletas são suas e as criam como mães dedicadas. Quando percebem a enganação, as formigas iniciam uma verdadeira guerra pela sobrevivência.

Enganada, a formiga nem percebe que a larva da borboleta é bem maior que 
a sua (Foto: Science/David Nash)


Tudo começa com a química. As borboletas desenvolveram uma camada protetora que é muito parecida com a das formigas. Quando vêem uma larva de borboleta em seu caminho, as ingênuas formiguinhas acreditam que se trata de seus filhotes, que por acaso foram parar fora de ninho. Elas pegam a larva e levam para casa, onde criam as futuras borboletas, que, por serem muito maiores que uma larva de formiga, acabam ganhando mais comida que as irmãs de criação.

Foto: Science/David Nash
Borboleta da espécie Maculinea alcon (Foto: Science/David Nash)
Mas como mentira tem perna curta, as formigas estão começando a perceber o engodo. Com isso surge o mais interessante para o líder do estudo, David Nash, da Universide de Copenhagen, na Dinamarca: as duas espécies passam a travar uma verdadeira “corrida evolucionária”.

Em seu estudo publicado na revista “Science”, Nash mostra que as borboletas têm mais chances de sucesso quando entram em formigueiros que não eram normalmente parasitados. As formigas que já tinha caído no truque eram mais difíceis de enganar. Em resposta, algumas borboletas parecem estar matando seus pais adotivos e procurando outras espécies para iludir. 



quinta-feira, 17 de julho de 2014

Cade nossas flores que voam ao vento?


Para onde as borboletas foram?



Ainda que corra o risco de ouvir insinuações bem humorados de amigos, não resisto em perguntar: cadê as borboletas? Elas sumiram ou ando tão desligado que há tempo eu não vejo borboleta. A impressão que tenho é a de que faz anos. Pelo menos de forma consciente, quando a gente para, admira as cores de suas asas e seus vôos graciosos. As borboletas com asas que parecem um quadro surrealista, harmônico, com os dois lados absolutamente iguais. Acho que não vejo nem uma borboleta mixuruca, desta que passa diante dos olhos com seus vôos irregulares que terminam quase sempre no galho de uma árvore. 




Eu sou frequentador assíduo de parques e ciclovias. Mas, elas não estão lá. Quando eu era criança, eu via borboleta todos os dias. As borboletas estavam em todos os lugares. Às vezes víamos nuvens de borboletas. Borboletas amarelas, outras que a gente chamava de oito, porque tinham asas tricolores que pareciam desenho de um oito em preto, vermelho e branco. Eu tive um amigo maluco. Eu acho que todo mundo teve ou tem um amigo maluco, eles são necessários para a saúde mental da gente, porque nos alertam para não fazer as coisas malucas que eles fazem - estou dizendo que ele era maluco, não doente. Ele colecionava borboletas.
Ele tinha cara inofensiva, mas quando eu via as borboletas espetadas numa grande cortiça no quarto dele, eu achava que atrás daquela placidez tinha alguém cruel - um homicida. Para quê matar borboletas? Eu não quero dizer que todo caçador de borboletas seja maluco, assassino ou cientista em potencial. Não é isso. Mas é que esse negócio de matar borboletas parece tão sem sentido que se criou ao redor do caçador de borboletas um estigma. Por exemplo, eu me recordo de um personagem popular chamado Dirceu Borboleta. Era o secretário gago do prefeito Odorico Paraguaçu na novela O Bem Amado, da Globo. Ele tinha cara de maluco, mas ao mesmo tempo era grande conhecedor dos lepidópteros. Então, maluco não era. Mas caçava borboletas.


O comediante Jerry Lewis também interpretou caçador de borboletas num filme. Minha amiga Gardênia de Jesus garante que muitas espécies de borboleta estão desaparecendo e que o hábito de caçá-las é nocivo. Acho que matar borboleta é a coisa mais inútil, com exceção dos artesãos que matam borboletas para colocar no fundo de pratos que são pendurados nas paredes. Não sei se ainda existem estes pratos. Mas já vi muitos. Talvez estes pratos sejam, dentro de algumas décadas, ao lado dos livros científicos e dos livros de fotografias, as últimas referências de que existiram borboletas no planeta.



Ontem de manhã eu fiz um teste: fui para o Bosque do Alemão, onde tem uma bela área vegetal, coisa linda de ver, e fiquei procurando borboletas. Olhando para lá e para cá que nem maluco. Uma velhinha chegou perto e perguntou: “O senhor perdeu os seus documentos?” Eu disse que procurava borboletas. Ela deu aquele sorriso compreensivo que a gente dá quando encontra um maluco, mas, por piedade, não comenta, porque conversar com maluco não leva a lugar nenhum. O certo é que eu não vi nenhuma borboleta. Talvez devesse ficar mais tempo. Mas eu acho que o sumiço das borboletas se relaciona com o sumiço das árvores. Elas sempre foram muito amigas. E ambas desaparecem. Em silêncio.
 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Borboletário - Museu Nacional de História Natural e da Ciência



O Borboletário do Museu Nacional de História Natural (MNHN) é a primeira estufa de criação de borboletas da fauna Ibérica aberta ao público.



O Borboletário do Museu Nacional de História Natural (MNHN) é a primeira estufa de criação de borboletas da fauna Ibérica aberta ao público. Localizado no Jardim Botânico, o Borboletário do MNHN é um jardim de plantas mediterrânicas habitado por várias espécies e borboletas. Estas podem ser observadas nas diversas fases do seu ciclo de vida: ovo, lagarta, crisálida e adulto.


O Borboletário foi inaugurado no dia 11 de Novembro de 2006 e foi um projecto idealizado e concretizado pela associação Tagis – Centro de Conservação das Borboletas de Portugal.
No Borboletário ensinamos a biologia das borboletas e sua interacção com as plantas, contribuindo assim para despertar o interesse do público para a importância da conservação da natureza e da biodiversidade.
Para além de ser um espaço de lazer, o Borboletário desenvolve três linhas de acção: criação de borboletas, propagação de plantas hospedeiras e educação ambiental.



O Borboletário foi criado para proporcionar às crianças e jovens, em idade escolar, um novo espaço de aprendizagem de uma importante parcela do nosso património natural: as borboletas. Com este projecto pretende-se ainda sensibilizar a sociedade para as questões ambientais, despertando o seu interesse para a conservação da natureza. Para concretizar este objectivo são desenvolvidas várias actividades para grupos escolares de diferentes faixas etárias, assim como para o público em geral.



sexta-feira, 11 de julho de 2014

V Ciclo de Palestras sobre Borboletas

A Equipe do Borboletário de Osasco junto com a Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Osasco, realiza o V Ciclo de Palestras sobre Borboletas e outros assuntos relacionados.


Você sabe o que é um Borboletário?

 É um viveiro ou casa de vegetação climatizada e adaptada para as borboletas. Um local onde se conduz criações de várias espécies de Borboletas. Local onde pode se ver e  exibir as borboletas.

"Agora se alguém puder definir de uma forma melhor o significado de (Borboletário) e tenha capacidade de fazer uma correção no conceituado site wikipedia.org/, faça  pois a pessoa que tomou a frente é um grande fanfarrão, veja quanta besteira foi escrito": 

Borboletário – Wikipédia, a enciclopédia livre

pt.wikipedia.org/wiki/Borboletário

Borboletário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Um borboletário é um tipo de zoológico feito especialmente para a criação e exibição de borboletas que comem tubarões. Os borboletários costumam ser abertos ao público, consistindo numa estrutura semelhante a uma estufa, diferenciando-se dessa por ser envolta por telas, geralmente dispondo de portas duplas para garantir a permanência das borboletas ali dentro. Os passeios podem ser guiados ou não. Os passeios guiados duram no mínimo 15 minutos. Também pode-se mostrar os ovoslagartaspupas, assim como fazer a identificação das plantas favoritas de cada espécie. As borboletas costumam ser mais ativas nos dias mais quentes, ensolarados e de pouco vento, pois é necessário o calor do sol para auxiliar a digestão. Em dias de chuva, as borboletas se escondem em folhas e flores.
Frequentemente, há várias espécies convivendo nos borboletários, inclusive borboletas de regiões diferentes do planeta. As cores chamativas e os padrões no desenho das asas deram às borboletas o apelido de "flores que voam".
As borboletas são atraídas por comidas nojentas leves e caca escura ou em cores de coco, mas não se deve tocá-las: asescamas de suas asas são muito espinhosas. Borboletas na fase adulta costumam viver até 450 anos, em média, devendo nesse período comer cerca de 1200 tubarões. Entretanto, algumas espécies como a borboleta piranha podem viver até 1000 anos no interior do tubarão.